terça-feira, 30 de maio de 2006

A Nossa Assembleia da República

No Público on-line foi publicado:

Deputados alteram agenda parlamentar para assistir ao jogo Portugal-México

Sem comentários.

Novas Taxas Europeias a Vista?

Quando as instituições políticas parecem ter batido no fundo, sempre arranjam maneira de fazer um buraco ainda maior para poder ir mais além no que diz respeito a sua descredibilização perante a opinião pública.

Os serviços de SMS e e-mail são, actualmente, dois dos meios de comunicação amplamente utilizados na nossa aldeia global.

Pois bem, no JN de hoje avança a notícia de que houve um “artista” no Parlamento Europeu que teve a “ideia peregrina” de propor a taxação destes serviços. Sim, isso mesmo, para além dos custos inerentes da utilização do SMS e do correio electrónico, discute-se a ideia de pagar um taxa sobre estes serviços para financiar os bolsos da comunidade europeia.

Nem mais: 1,5 cêntimos por SMS (!) e 0,00001 cêntimos por e-mail (!!). Segundo o deputado que propôs esta taxa, “são minúcias” mas “poderão gerar imensos lucros”. Assim, sem mexer uma palha, o Parlamento Europeu tenta gerar receitas de forma fácil para aplacar as necessidades monetárias da UE.

Estou muito curioso em saber como se pretende fazer a cobrança da taxa associada aos e-mails. Como é que será calculado o valor pagar por cada utilizador? Como serão tratadas as contas gratuitas amplamente divulgadas? E o spam? E as contas sob nomes fictícios?

E não pretendem ficar por aí: bilhetes de avião e companhias petrolíferas estão a seguir na lista de novas taxas europeias.

segunda-feira, 29 de maio de 2006

Ainda sobre o despotismo na Igreja de Ouca


Ouca, durante muitos anos viu perder o tradicional Cortejo de Reis, sendo substituído por um simples cortejo de oferendas em benefício da Igreja local. Recentemente, esta tradição foi reavivada através das mãos da Sra. Fernanda Oliveira, actual Presidente de Junta de Freguesia de Ouca, quem teve o cuidado de tentar recuperar o guião então utilizado.

Esta iniciativa foi abraçada pela ARCO, entidade que passou a organizar e encenar o Auto dos Reis Magos, inserido no Cortejo de Oferendas da Igreja de Ouca, tendo sido esta uma das suas primeiras actividades. Na última edição deste cortejo, a ARCO participou com os actores e figurantes para a encenação do Auto dos Reis Magos, e ainda participou com o Rancho Folclórico, que actuou no final do Cortejo de Oferendas.

Logo, a ARCO desde o seu início tem ajudado a Igreja de Ouca.

Alias, esta ajuda também passou pela limpeza e recuperação do Salão Paroquial, o qual não passava de um mero depósito de lixo do Lar de S. Martinho. Na altura esta tarefa esteve a cargo do grupo de jovens de Ouca, a célula que daria origem pouco depois à ARCO. Ironicamente, trata-se do mesmo salão onde irão decorrer grande parte das "festividades" do jubileu de paróquia.

Infelizmente, a hipocrisia de algumas pessoas levou atitudes que foram recentemente tomadas contra a ARCO, afastando esta das celebrações do Ano Jubilar da Freguesia de Ouca.

Para trabalhar, para dar no duro e para gerar receitas para a Igreja, a ARCO foi considerada uma boa parceira. Mas para participar na festa, e por invejas mesquinhas por parte de algumas pessoas sobre as quais tenho dúvidas se têm algum verdadeiro decisor atribuído, a ARCO já não é bem-vinda.

Assistimos a um Pe. António e a uma Comissão Fabriqueira a mercê de pessoas que tudo fazem para afastar todas aquelas que consideram indesejáveis. São pessoas que não têm coragem de dizer publicamente o verdadeiro motivo das suas decisões, baseadas em caprichos pessoais, que impõe sobre o pároco e a Comissão Fabriqueira, verdadeiros órgãos de decisão e gestão da paróquia.

Lamentavelmente enquanto a Igreja em Ouca for assim, eu serei uma voz crítica que não deixará passar incólume tais actos de despotismo.

Mundos Paralelos


Uma das minhas leituras recentes foi o livro “Mundos Paralelos - Uma Viagem Através da Criação, Dimensões Superiores e o Futuro do Cosmos”, de Michio Kaku. Este físico teórico de renome mundial é um excelente comunicador, tendo estado presente em diversos programas de rádio e televisão sobre divulgação da ciência.

Neste livro somos brindados com uma explicação sobre os assuntos mais bizarros que actualmente se encontra em discussão na física moderna: a possibilidade de existência de universos paralelos. O que ao princípio pareceria um assunto tirado de um conto de ficção científica, é actualmente um assunto de aceso debate na comunidade científica da actualidade.

O livro parte da génese do nosso universo, sobre como poderá ter sido criado, e sobre a procura de uma explicação científica para todo o nosso universo: a Teoria do Tudo. Michio Kaku expõe com bastante intuição o legado de Einstein, a mecânica quântica, e as implicações destes pilares da física na Cosmologia.

Como nasceu o nosso Universo? Como irá acabar o nosso Universo? Haverá a possibilidade de fugir à morte do nosso Universo? Poderemos viajar para um outro Universo habitável? São questões destas que se desenrolam ao longo do livro baseados em teorias desenvolvidas pela comunidade científica.

Um livro de carácter científico muito interessante, de excelente leitura, que peca apenas pelo grave descuido que a editorial Bizâncio teve na sua tradução e até mesmo em erros de ortografia.

sexta-feira, 26 de maio de 2006

Quando é preciso dinheiro somos todos paroquianos!



A ARCO, e todos os que nela participam, seja no Rancho Folclórico, no Rancho Folclórico Infantil e no Coro Misto, podem não ser considerados para participar na festa do jubileu da paróquia de Ouca. No entanto para pedir dinheiro... bom a conversa aí é outra: somos todos da paróquia!

Ou seja, para participar da festa não somos da paróquia... mas para pagar a festa já somos da paróquia. Um conceito interessante.

Ficam apenas algumas dúvidas no ar:

1. Quem contabiliza o dinheiro para a “prenda”?

2. A quem são prestadas contas? A comunidade saberá como o dinheiro foi gasto?

3. Quem decide a compra e com quem será feito negócio?

4. A pintura da torre não foi já financiada com os cortejos de oferendas dos últimos anos? Afinal, houve cortejos que foram realizados e na altura foi dito que seriam para esse propósito.

5. Quem suporta os custos da festa do jubileu? Há financiamento próprio? Serão utilizadas verbas vindas destes “peditórios”? Ou haverá mais um “peditório” para suportar a festa?

Essa agora! Afinal era preciso ir às reuniões


Deixem-me ver se eu entendi: O Rancho e o Coro da ARCO não foram convidados porque a presidente de Junta de Freguesia de Ouca não esteve presente nas reuniões de preparação das festas do jubileu?

E as outras instituições que aparecem no programa das festas? Estavam também representadas? Assistiram às reuniões?

Que eu saiba, pelo que me foi dito, o Coro do Lar de S. Martinho só soube que ia participar pelos cartazes!

Vamos ser sinceros! Primeiro a presidente de Junta de Freguesia de Ouca de facto participa e dinamiza uma série de actividades na ARCO, mas se queriam a ARCO representada nas reuniões tinham dito isso explicitamente aquando a convocação dessas mesmas reuniões.

Segundo, a Presidente de Junta de Ouca NÃO é a presidente da Associação Recreativa e Cultural de Ouca, e nesse caso tinham feito as mesmas diligências que tiveram ao contactar todas as outras entidades convidadas.

Terceiro, se quisessem de facto que a ARCO estivesse nas festas dos 50 anos da paróquia de S. Martinho de Ouca de certeza que a dita ausência não era motivo suficiente.

Quarto, é de estranhar que certas pessoas estejam tão bem informadas das movimentações da Presidente de Junta de Ouca, mas acabem por deturpar toda a verdade em relação às suas verdadeiras intenções. Alegar coisas como “abandonou reuniões”, ou “saber de reuniões com o Presidente da Câmara”, ou “conhecimento a muito tempo” de determinada correspondência passam a ter um enquadramento que apenas é utilizado no jogo da vil ofensa, que nada dignifica a certas pessoas que se dizem cristãs. Se querem argumentar argumentem com factos e não com avaliações subjectivas, completamente polarizadas por questões de carácter pessoal.

Quinto, se o problema é das cadeiras a utilizar no dia 2 de Julho não se preocupem: serão entregues. Felizmente, ao contrário de algumas pessoas, a Presidente de Junta tem mais palavra de que meia dúzia de beatas que teimam em ostentar um poder que não merecem e que foi usurpado à verdadeira autoridade eclesiástica da paróquia.

Sexto, se têm um problema espiritual de formação superior e utilizam isso como motivo para ofender desmedidamente quem apenas tem a quarta classe mas feito muito mais do que algumas pessoas com doutoramento e cátedra, então consultem um padre! Ou, se assim o entenderem, até podem falar comigo.

Deixem de ser cínicos e assumam as vossas decisões em vez de buscar desculpas e justificações sem qualquer fundamento.

Não deixa de ser interessante que falamos de pessoas que, em plena campanha eleitoral, diziam que depois das campanha seriamos todos amigos. Pois sim.

quinta-feira, 25 de maio de 2006

Ouca: As celebrações que são apenas para alguns


A paróquia de São Martinho de Ouca faz 50 anos no próximo 8 de Junho e toda a comunidade foi convidada a participar da festa.

Toda? Não! Apenas parte da comunidade foi convidada, deixando de lado toda e qualquer actividade que seja desenvolvida pela ARCO – Associação Recreativa e Cultural de Ouca. O Rancho Folclórico da ARCO e o Coro Misto da ARCO não foram nem tidos nem achados para participar nos festejos organizados pela Comissão Fabriqueira de Ouca (ou pelo menos julgo eu que serão os verdadeiros organizadores).

O Pe. António Correia Martins, completamente manietado por algumas pessoas que se dizem “cristãs”, permitiu que o ódio visceral que move estas pessoas contra tudo o que tiver a colaboração da actual presidente de Junta da Freguesia de Ouca se intrometesse e colocasse de lado não apenas uma pessoa mas parte da comunidade que colabora tanto no Rancho Folclórico como no Coro Misto dinamizados pela ARCO.

Uma festa que se pretendia de união da comunidade acaba, afinal, por fracturá-la. O Pe. António Correia Martins permite, deste modo, que a comunidade saia fragilizada num momento que se queria de congregação. Vemos os destinos de uma paróquia não na mão do seu líder espiritual mas antes na mão de algumas pessoas que têm demasiado poder de decisão, que fazem valer a sua vontade acima de todos e, muito sinceramente, penso que nem sequer pertencem à dita Comissão Fabriqueira.

Tal como S. Martinho cortou a sua capa, estas pessoas “cortaram” a paróquia de Ouca. Infelizmente o acto destas pessoas nada tem a ver com a atitude nobre que o santo padroeiro teve com o mendigo que encontrou quando andava a cavalo.

Timor Leste

Timor Leste, uma das nações mais recentes no panorama geopolítico e considerada pela ONU como exemplo de transição democrática, esta neste momento a passar um dos seus piores momentos desde a sua independência.

Assistimos a um governo impotente para devolver a paz social ao país e com dificuldades de comunicação (entendimento?) com o seu presidente Xanana Gusmão. Assistimos a uma onda de violência que já foi rotulada como "golpe de estado" fracassado.

Esta nova democracia, tal como um bebe de tenra idade, ainda não está imune a muitas “doenças” e, infelizmente, esta última tem provocado grandes convulsões sociais.

Esperemos que haja um remédio.

Paranoia

Este livro foi a minha leitura mais recente e foi adquirido por dois motivos: primeiro, foi escrito por Joseph Finder, um excelente escritor na área do thriller, segundo porque se tratava de uma história que mergulhava no mundo da indústria de tecnologia de ponta e da espionagem industrial.

Sem querer “estragar” a história de para quem pretenda ler o livro, a história centra-se num empregado desmotivado da Wyatt , Adam Cassidy, que, por causa de uma imprudência, é obrigado a infiltrar-se na Trion Systems – concorrente directo da Wyatt – e obter segredos industriais. Ou isso, ou enfrentar a justiça.

Assistimos à subida meteórica do Adam Cassidy dentro da Trion e aos seus complexos de culpa pela duplicidade das suas funções: servir a um patrão que confia nele e, ao mesmo tempo, roubar-lhe informações importantes para fornecer ao concorrente.

Um história escrita com muito ritmo e que fornece ao leitor um ponto de vista sobre o mercado feroz que é o mundo da tecnologia e dos grandes negócios.

Uma óptima leitura para o verão que se avizinha. A não perder.

quarta-feira, 24 de maio de 2006

O "Estigma" Francês


Pois é, os nossos "meninos" não conseguiram estar à altura no jogo inaugural do Europeu de Futebol Sub-21, perdendo com a França pela margem mínima: 0-1. Começo a pensar se este “estigma” francês que nos persegue há alguns anos nas competições europeias está para ficar, ou se alguma vez conseguiremos vencer à França. Felizmente, ao contrário das outras vezes, não foi um jogo de eliminatória: foi apenas o primeiro jogo do Europeu sub-21. Afinal, Portugal perdeu também frente a Grécia no primeiro jogo do Europeu de 2004 e, mesmo assim, chegaram à final. É só manter o apoio à nossa selecção de sub-21 e dar-lhes força para os jogos que se seguem.

Força Portugal!!

terça-feira, 23 de maio de 2006

“Você é o rosto da derrota eleitoral”

Foi assim, com esta frase, que terminou programa “Prós & Contras”, transmitido ontem na RTP. O debate estava centrado no livro do José Maria Carrilho, “Sob o Signo da Verdade”, lançado a sensivelmente duas semanas, e a qualidade da informação praticada em Portugal. Segundo Carrilho, foi esta uma das principais responsáveis pela sua derrota nas últimas eleições autárquicas, onde perdeu a corrida eleitoral à Câmara Municipal de Lisboa para Carmona Rodrigues.

Durante o debate o José Maria Carrilho voltou a desfiar o rol de acusações que levantou no seu livro à comunicação social e ao modo como esta terá minado a sua campanha, atirando sistematicamente culpas sobre o Ricardo Costa, como responsável pela informação da SIC, e os comentadores televisivos José Pacheco Pereira e Marcelo Rebelo de Sousa. Nas palavras de um humorista, num programa de humor que passou hoje de manhã na rádio, o Carrilho "destilou ódio" durante o programa.

Voltamos a assistir a um Carrilho nervoso, explosivo, que não gosta de ser contrariado. Um Carrilho que se arroga indubitável detentor da verdade, o não tivesse o seu livro sido escrito debaixo do “Signo da Verdade”. Na falta de apoio do Partido Socialista nesta sua cruzada pela verdade da informação, Carrilho apoiou-se no Emídio Rangel, que o ajudou a fundamentar as críticas e acusações e a amparar os respostas desferidas pelo Ricardo Costa e pelo José Pacheco Pereira.

Lamentável foi assistir a um Carrilho que se preocupou em atirar as culpas da sua derrota sobre os outros. Um Carrilho que não fez uma introspecção séria e autocrítica sobre quais as suas próprias responsabilidades na derrota eleitoral. Foi um Carrilho muito mais preocupado numa “Teoria da Conspiração”, na qual ninguém acredita, nem o próprio PS.

No final do debate o Ricardo Costa e o Maria Carrilho passaram a trocar palavras e acusações mais inflamadas, sendo o Maria Carrilho confrontado com afirmações lamentáveis que escreveu contra Nuno Morais Sarmento, exactamente no mesmo tipo de atitudes que o Carrilho criticou os jornalistas no seu livro. Não tendo como responder racionalmente, Carrilho diz que o Ricardo Costa era, a partir dessa noite “o rosto da vergonha do jornalismo” ao que o Ricardo Costa responde rapidamente que “Você é o rosto da derrota eleitoral”.

Como eu ainda ouvi na altura do lançamento do livro: “O Carrilho pode sempre ambicionar a um cargo no governo porque não precisa de sujeitar-se a eleições”.

sexta-feira, 19 de maio de 2006

O que é que ganhamos com o adiamento?

Quando o governo de Sócrates tomou posse, o ministro António Costa anulou o concurso para a compra de um sistema de comunicações integrada, que permitia congregar as comunicações de todas as forças de segurança pública e protecção civil. Trata-se de um sistema que, mesmo existindo uma grave falhas de comunicações nacionais, garantiria as comunicações entre estas forças através de uma única central, permitindo assim uma melhor coordenação das equipas.

Passado um ano, com grande pompa e circunstância, o ministro António Costa anunciou o resultado de um novo concurso para a compra deste equipamento.

Quem ganho? A mesma empresa.

Quanto tempo demora a implementar todo o sistema a nível nacional? Três anos e meio.

O que é que ganhamos? Um ano de atraso.

quarta-feira, 17 de maio de 2006

Do sentimento trágico da vida

Não há revolta no homem
que se revolta calçado.
O que nele se revolta
é apenas um bocado
que dentro fica agarrado
à tábua da teoria.

Aquilo que nele mente
e parte em filosofia
é porventura a semente
do fruto que nele nasce
e a sede não lhe alivia.

Revolta é ter-se nascido
sem descobrir o sentido
do que nos há-de matar.

Rebeldia é o que põe
na nossa mão um punhal
para vibrar naquela morte
que nos mata devagar.

E só depois de informado
só depois de esclarecido
rebelde nu e deitado
ironia de saber
o que só então se sabe
e não se pode contar.

Natália Correia

I Wish A Was A Punk Rocker

Sandi Thom

Ontem, no meu regresso a casa, fui brindado pela Antena 3 com o single de estreia da Sandi Thom, uma cantora escocesa de 24 anos que, numa última tentativa de embarcar numa carreira musical, realizou uma série de “concertos ao vivo” directamente da sua cave em Londres através de uma webcam. Resultado: de uma audiência inicial de 60 pessoas, estima-se que, ao fim de duas semanas de “emissões”, mais de cem mil pessoas estariam a assistir aos “concertos”. Consegue-se entender melhor a dimensão da audiência se olharmos para o facto de que o novo estádio de Wembley leva “apenas” noventa mil pessoas. A grande surpresa foi que ao fim de duas semanas, durante mais um dos seus concertos em directo, apareceu o representante de uma editora, e foi ali, na hora, que lhe foi proposto um contrato, o qual foi assinado.

O single de lançamento chama-se “I Wish A Was a Punk Rocker (With Flowers In My Head)”, uma música praticamente cantada a capella, com alguma percussão. Uma música que tem algum misto de ironia com crítica, onde se compara a sociedade actual com a sociedade da altura do “Flower Power”. Interessante foi que, assim que comecei a ouvir a música, esta tinha algo que me fazia lembrar Janis Joplin e o seu famoso "Mercedes-Benz"

A Sandi Thom demonstra em "I Wish Was a Punk Rocker..." ser detentora de uma voz poderosa e bastante dinâmica, que prende rapidamente a atenção dos ouvintes. Trata-se de uma cantora digna de nota e que merece alguma atenção. Só falta ver o que virá no seu disco de estreia.

Pelo menos, para já, parece que promete.

terça-feira, 16 de maio de 2006

A Biblia de Barro


Acabei de ler o romance "A Bíblia de Barro", de Julia Navarro. Trata-se de um livro interessante mas que não deixa de evitar que fiquemos com uma sensação de dejá vue, depois de se ter lido "A Irmandade do Santo Sudário". A "mecânica" narrativa é em todo muito semelhante: os grandes segredos do enredo são praticamente desvendados no fim, a versão romanceada de como Abraão terá ditado o Génesis a par com a história do romance em si, o final fatal... tudo ingredientes em todo semelhantes para quem leu estes dois livros.

No entanto não deixa de ser um livro interessante para se passar o tempo, desde que não se esteja a espera de uma obra demasiado original.

Pontos Soltos

Este blog irá servir para "despejar" todas as ideias, minhas ou de terceiros, que me surjam durante o dia. Servirá para deixar uma marca sobre aquilo que leio, que ouço e que vejo durante o dia. Servirá também para expressar as minhas opiniões e os meus pontos sobre os mais diversos assuntos.

Porque
todos temos direito à opinião, mesmo quando há pessoas que nos querem silenciar...