segunda-feira, 29 de maio de 2006

Ainda sobre o despotismo na Igreja de Ouca


Ouca, durante muitos anos viu perder o tradicional Cortejo de Reis, sendo substituído por um simples cortejo de oferendas em benefício da Igreja local. Recentemente, esta tradição foi reavivada através das mãos da Sra. Fernanda Oliveira, actual Presidente de Junta de Freguesia de Ouca, quem teve o cuidado de tentar recuperar o guião então utilizado.

Esta iniciativa foi abraçada pela ARCO, entidade que passou a organizar e encenar o Auto dos Reis Magos, inserido no Cortejo de Oferendas da Igreja de Ouca, tendo sido esta uma das suas primeiras actividades. Na última edição deste cortejo, a ARCO participou com os actores e figurantes para a encenação do Auto dos Reis Magos, e ainda participou com o Rancho Folclórico, que actuou no final do Cortejo de Oferendas.

Logo, a ARCO desde o seu início tem ajudado a Igreja de Ouca.

Alias, esta ajuda também passou pela limpeza e recuperação do Salão Paroquial, o qual não passava de um mero depósito de lixo do Lar de S. Martinho. Na altura esta tarefa esteve a cargo do grupo de jovens de Ouca, a célula que daria origem pouco depois à ARCO. Ironicamente, trata-se do mesmo salão onde irão decorrer grande parte das "festividades" do jubileu de paróquia.

Infelizmente, a hipocrisia de algumas pessoas levou atitudes que foram recentemente tomadas contra a ARCO, afastando esta das celebrações do Ano Jubilar da Freguesia de Ouca.

Para trabalhar, para dar no duro e para gerar receitas para a Igreja, a ARCO foi considerada uma boa parceira. Mas para participar na festa, e por invejas mesquinhas por parte de algumas pessoas sobre as quais tenho dúvidas se têm algum verdadeiro decisor atribuído, a ARCO já não é bem-vinda.

Assistimos a um Pe. António e a uma Comissão Fabriqueira a mercê de pessoas que tudo fazem para afastar todas aquelas que consideram indesejáveis. São pessoas que não têm coragem de dizer publicamente o verdadeiro motivo das suas decisões, baseadas em caprichos pessoais, que impõe sobre o pároco e a Comissão Fabriqueira, verdadeiros órgãos de decisão e gestão da paróquia.

Lamentavelmente enquanto a Igreja em Ouca for assim, eu serei uma voz crítica que não deixará passar incólume tais actos de despotismo.

2 comentários:

Anónimo disse...

pela 1ª vez vi este blog e achei interessante estes comentários feitos por este senhor Tony. Então quem é que estava com interesses, a ARCO ou os outros? É que parece que este sr. viu alguma coisa a escarpa-se-lhe da mão como areia entre os dedos.....

Tony Almeida disse...

Não tenho por hábito permitir a inclusão de posts anónimos mas este, de facto, carece de resposta:
Primeiro, eu não tenho qualquer tipo de rendimento da ARCO, se é isso que se insinua. Rídiculo pensar-se assim, e só quem não sabe como uma pequena colectividade funciona é que pode avançar com comentários ofensivos.
Segundo, a ARCO nunca pretendeu ganhar o quer que fosse com a festa dos 50 anos da paróquia. Vá perguntar as pessoas que participam no Coro Misto e no Rancho Folclórico se gostaram de ser excluídos.
A si, o que lhes escapou foi uma oportunidade de ficar com a boca fechada!
Finalmente, não posso deixar de estranhar este post ter origem no mesmo IP de um outro comentário, esse sim, devidamente identificado.