terça-feira, 22 de abril de 2008

Dia da Terra - 4

Já temos caixões que não matam o ambiente

«Os tecidos de poliéster que rodeiam as pessoas, por serem artificiais, dificultam a decomposição do corpo. A madeira não é a mais apropriada para se degradar e os vernizes sintéticos que a cobrem são poluentes. Os metais que fazem as pegas dos caixões estão longe de serem inertes e com o tempo os elementos metálicos vão desaparecendo terra abaixo.
(...)
A Servilusa, a empresa que gere mais agências funerárias em Portugal, empenhou-se em “matar” metade do problema. Desde Março de 2007 que tem uma larga oferta de caixões ecológicos. Nestes caixões os vernizes sintéticos são substituídos por aquosos, os tecidos são feitos a partir de fibras naturais, estudaram-se as madeiras para se utilizar as que se degradam mais rapidamente, os caixões articulam-se sem precisar de dobradiças e as abas de metal são retiradas antes de a urna ser enterrada.»

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