sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Pelo amor de Magal..., perdão, Deus!


Por vezes a ortodoxia retrógrada, que por vezes raia o fundamentalismo islâmico, de alguns grupos mais conservadores da Igreja Católica tende para estas manifestações de bacocas de purismo religioso: pelos vistos um dos sketchs do grupo humorista Gato Fedorento, que passou no último domingo no programa Zé Carlos, terá incendiado a alma dos mais puros de espírito que acorreram a gritar «sacrilégio!» ao verem os símbolos da Igreja Católica a serem manipulados para satirizar o mais-que-tudo-e-omnipotente computador Magalhães, esse novo ópio tecnológico distribuído pela sua santidade, o Primeiro Ministro.

Confesso que acabei por não entender exactamente o verdadeiro motivo da indignação deste sector da comunidade católica: será porque estavam a gozar com os símbolos religiosos (e nesse caso incorrem em erro, uma vez que o objectivo é gozar com o computador Magalhães e as suas famosas acções de formação)? Ou será que esta onda de indignação cristã se deve à associação dos símbolos religiosos ao computador Magalhães? Se for este o caso, até compreendo a indignação...

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