sexta-feira, 6 de março de 2009

Quem? Eu? Eu não insinuei nada!

Que durante as sessões da Assembleia da República é habitual haver os "famosos" apartes, já não é novidade. Depois, há quem tem estômago para aguentar este tipo de "provocações" e há quem não o tem. Pelos vistos Afonso Candal faz parte do segundo grupo e, vai daí, parte para a insinuação.

Assim, e do alto da ironia azeda a que o PS nos tem habituado, José Candal dirige-se a José Eduardo Martins dizendo «Eu sei que piamente os seus interesses são os contribuintes. Deixaremos essas suas preocupações profundas para outra altura...». Bom, a reacção do visado, segundo aquilo que se consta, não terá sido a mais feliz mas, como o próprio Eduardo Martins disse posteriormente, «quem não se sente, não é filho de boa gente».

Diz Candal que «Não insinuei fosse o que fosse e se tivesse algo a dizer afirmava-o». Então, o que é que ele quis dizer com aquelas palavras na quinta-feira passada? Se não era uma insinuação, o que é que ele quis dizer com aquilo? Se há um mal entendido, porque não procurar esclarecê-lo?

Para um deputado de um partido que não tolera insinuações com o caso Freeport, não me parece que tenha agido da melhor forma.

Assim prega Frei Tomás...

1 comentário:

Kruzes Kanhoto disse...

Um par de açoites é o que aqueles meninos mal comportados mereciam.