quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Muito sinceramente....

...estavam à espera de quê? A última coisa que podemos estar aguardar deste governador é uma posição contrária à do governo.

Vítor Constâncio: é prematuro baixar impostos antes de cumprir metas do défice público

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Onde é que eu já vi isto?

Este não é um dos assuntos que eu normalmente trato neste cantinho do ciber-espaço, mas recomendo esta leitura animada sobre a nova mascote do Modelo.

E de facto, dizer semelhante é uma maneira simpática de falar.

sábado, 10 de novembro de 2007

Mais dois links permanentes

Mais dois links para a minha lista de pontos:

O País do Burro

O Bico de Gás

E que acontece?... Nada!


(Do Anterozoide, claro!)

Crimes em Progresso

Para mim meia-dose, por favor.

É este o Sócrates do costume: apenas gosta de falar da coisa que lhe interessam, desprezando aquilo que é incómodo na sua governação.

A questão do emprego é, de longe, aquilo que mais o tem perseguido. Os números indicam claramente que, em termos de emprego, a política governamental nada tem feito para reverter o crescimento do número de pessoas sem trabalho.

Mas, como diz a Teresa Guilherme, isso agora não interessa nada.

Sobre as previsões da União Europeia, Sócrates gosta de puxar pelos galões e falar aos quatro ventos que a consolidação orçamental e o crescimento económico estão aí. Só se esquece de referir que tudo está a ser feito à custa dos - cada vez menos - trabalhadores.

Sobre os números do desemprego nada. Esses não interessam. Esses não se vão cumprir. Apenas metade da previsão da UE é que conta.

A União Europeia reviu em alta a taxa do desemprego em Portugal e aponta para um valor de 8%. O mesmo estudo que dá uma crescimento consolidado a Portugal, e que o governo de Sócrates rapidamente abraçou como tábua de salvação para justificar as suas medidas políticas, já não é tido como correcto.

"Olhe para mim é só meia-dose, e não me sirva o desemprego, se faz favor"

Vá lá! Decidam-se...

Hoje no Público:

Estudo norte-americano diz que não faz mal ter uns quilos a mais

Então? Não se passa nada?!

Faz hoje uma semana que nada se passa por aqui. É verdade, mas isso não significa que este blog está morto. Eu é que ando morto de trabalho e infelizmente não tenho tido tempo para escrever os meus habituais posts.

A todos aqueles que me têm escrito a perguntar o que se passa só vos posso dizer que não desesperem :-)

Lá arranjarei tempo para voltar ao activo neste cantinho do ciber-espaço.

sábado, 3 de novembro de 2007

Sobreviventes

«Há uma geração, os humanos evitaram a destruição nuclear; com sorte, continuaremos a iludir esses e outros terrores em massa. Mas, hoje, damos muitas vezes por nós a perguntar-nos se teremos inadvertidamente envenenado ou aquecido demais o planeta, connosco incluídos. Também usámos e abusámos da água e do solo a ponto de já haver pouco de cada, e dizimámos dezenas de espécies que, provavelmente, nunca mais voltarão a existir. O nosso mundo, como alertam várias e respeitadas vozes, poderá ainda degenerar em algo parecido com um terreno vazio, onde os corvos e as ratazanas corram por entre as ervas, caçando-se uns aos outros. Se isso acontecer, a que ponto correram tão mal as coisas para que, com toda a nossa celebrada inteligência superior, não estejamos entre os sobreviventes?»

Alan Weisman, in "O Mundo sem Nós"